10/06/2009

A saúde do povo brasileiro

Não sei até quando seremos utilizados como massa de manobra pelos governantes que, em tese, deveriam representar os direitos de todos os cidadãos.
O que vemos são desrepeitos aos direitos básicos do ser humano, como alimentação, saúde, segurança.
A saúde, por exemplo, nunca foi olhada pelo Governo, como algo importante e fundamental. Seu valor sempre esteve vinculado ao resultado que ocasionaria aos negócios, ao mercado. Ou seja, se determinada doença afetava a plena realização do comércio, o governo providenciava medidas de forma a minorar e afastar tal ameaça ao desenvolvimento capitalista. Infelizmente a área da saúde nunca ocupou um lugar central na política em nosso país.
Até mesmo a CPMF, esse imposto que nós, brasileiros, tivemos que ser obrigados a pagar, os recursos advindos dele deveriam ser, teoricamente, para subsidiar a saúde e implementar as ações voltadas para essa área. Porém, no ano de sua implantação o Governo Federal descontou do orçamento do tesouro, da parte destinada a área da saúde, o valor corresponde a expectativa do que seria arrecadado, ou seja, ficou na mesma, já que ao invés de somar, foi diminuído.
Ainda há muito para ser feito. Necessário se faz, que se desvincule a idéia de que saúde correspondente somente a cura da doença. Ela está ligada a muitos fatores, que na maioria não são resolvidos com medicação, como a pobreza, a precarização do trabalho, o ambiente poluído, a má alimentação e muitos outros fatores que se relacionam com o bem estar do cidadão.
Para melhorar a saúde é preciso que se invista na qualificação da vida do cidadão, melhorando a infra-estrutura, a educação, fornecendo uma melhor condição trabalhista, cuidando do meio ambiente e muitas outras ações que devem ser tomadas em conjunto para que, assim, se garanta a saúde plena do indivíduo.




Apresentação

Bom, confesso que sou meio novata nessa área... Mas como acho que tudo parte de um começo, vou iniciar contando um pouco sobre mim...
Estou quase chegando chegando na casa dos 30... e por mais que eu procure enfrentar essa transição com serenidade, de vez em quando bate umas paranóias do tipo: e agora? sozinha, pacata, caseira... será que eu devo "aproveitar" melhor? sair mais? namorar mais? e mais um monte de coisas... mas quando penso nisso, lembro também que nunca achei minha vida assim tão ruim. Sempre fui muito romântica, então por muito tempo acreditei em principe encantado, até o dia em que ele virou um sapo...rsrsr...... Agora, estou menos exigente, mas ainda sim tá dificil, o mercado anda muito competitivo e acho que ainda não sei usar direito minhas armas....rsrsrs...
Tenho duas filhas lindas, o melhor presente que a vida me deu ( e o sapinho tb...rsrsr)... Mas sinto que ainda posso viver muitas coisas legais... Acho que esses grilos que batem deve ser porque completar trintas anos é algo profundo na vida de uma mulher, principalmente hoje, onde somos obrigadas a estar sempre em forma, donas do próprio nariz, independentes emocionalmente, amiga, mulher, mãe e etc...
Temos que ser boas em tudo, e as vezes, só queremos ser compreendidas e aceitas como somos, com nossas inseguras e neuroses....
Será que é tão difícil assim encontrar alguém que queira compartilhar uma vida normal conosco? Viver a rotina do dia-a-dia que, mesmo não tendo nada de fantástico, é tão seguro e confortante...
É, acho que ainda tem uma gota de romantismo circulando em mim....
Então nem tudo ainda está perdido...
Sinceramente, essa era uma tentativa de apresentação e acabei divagando sobre outras coisas... Tudo bem, essa aí também sou eu, complexa e simples, que aprendeu a desconfiar dos outros, depois de algumas decepções, mas ainda traz sonhos e desejos e talvez ainda acredite em magia... na magia que vem do amor....