Não sei até quando seremos utilizados como massa de manobra pelos governantes que, em tese, deveriam representar os direitos de todos os cidadãos.
O que vemos são desrepeitos aos direitos básicos do ser humano, como alimentação, saúde, segurança.
A saúde, por exemplo, nunca foi olhada pelo Governo, como algo importante e fundamental. Seu valor sempre esteve vinculado ao resultado que ocasionaria aos negócios, ao mercado. Ou seja, se determinada doença afetava a plena realização do comércio, o governo providenciava medidas de forma a minorar e afastar tal ameaça ao desenvolvimento capitalista. Infelizmente a área da saúde nunca ocupou um lugar central na política em nosso país.
Até mesmo a CPMF, esse imposto que nós, brasileiros, tivemos que ser obrigados a pagar, os recursos advindos dele deveriam ser, teoricamente, para subsidiar a saúde e implementar as ações voltadas para essa área. Porém, no ano de sua implantação o Governo Federal descontou do orçamento do tesouro, da parte destinada a área da saúde, o valor corresponde a expectativa do que seria arrecadado, ou seja, ficou na mesma, já que ao invés de somar, foi diminuído.
Ainda há muito para ser feito. Necessário se faz, que se desvincule a idéia de que saúde correspondente somente a cura da doença. Ela está ligada a muitos fatores, que na maioria não são resolvidos com medicação, como a pobreza, a precarização do trabalho, o ambiente poluído, a má alimentação e muitos outros fatores que se relacionam com o bem estar do cidadão.
Para melhorar a saúde é preciso que se invista na qualificação da vida do cidadão, melhorando a infra-estrutura, a educação, fornecendo uma melhor condição trabalhista, cuidando do meio ambiente e muitas outras ações que devem ser tomadas em conjunto para que, assim, se garanta a saúde plena do indivíduo.
O que vemos são desrepeitos aos direitos básicos do ser humano, como alimentação, saúde, segurança.
A saúde, por exemplo, nunca foi olhada pelo Governo, como algo importante e fundamental. Seu valor sempre esteve vinculado ao resultado que ocasionaria aos negócios, ao mercado. Ou seja, se determinada doença afetava a plena realização do comércio, o governo providenciava medidas de forma a minorar e afastar tal ameaça ao desenvolvimento capitalista. Infelizmente a área da saúde nunca ocupou um lugar central na política em nosso país.
Até mesmo a CPMF, esse imposto que nós, brasileiros, tivemos que ser obrigados a pagar, os recursos advindos dele deveriam ser, teoricamente, para subsidiar a saúde e implementar as ações voltadas para essa área. Porém, no ano de sua implantação o Governo Federal descontou do orçamento do tesouro, da parte destinada a área da saúde, o valor corresponde a expectativa do que seria arrecadado, ou seja, ficou na mesma, já que ao invés de somar, foi diminuído.
Ainda há muito para ser feito. Necessário se faz, que se desvincule a idéia de que saúde correspondente somente a cura da doença. Ela está ligada a muitos fatores, que na maioria não são resolvidos com medicação, como a pobreza, a precarização do trabalho, o ambiente poluído, a má alimentação e muitos outros fatores que se relacionam com o bem estar do cidadão.
Para melhorar a saúde é preciso que se invista na qualificação da vida do cidadão, melhorando a infra-estrutura, a educação, fornecendo uma melhor condição trabalhista, cuidando do meio ambiente e muitas outras ações que devem ser tomadas em conjunto para que, assim, se garanta a saúde plena do indivíduo.